SAÚDE NA FLORESTA NEGRA: DESAFIOS INTERSECCIONAIS DA MULHER NEGRA NA AMAZÔNIA
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Resumo
Este ensaio analisa as adversidades enfrentadas pelas mulheres negras na área da saúde na Amazônia, sublinhando a necessidade de adotar perspectivas interseccionais, conforme proposto por Patricia Hill Collins, para combater as desigualdades no acesso e cuidado. Examina como a interseção de raça, gênero, classe e espaço geográfico afeta adversamente tanto o acesso quanto a qualidade dos cuidados de saúde, destacando as barreiras geográficas, econômicas, culturais e institucionais enfrentadas. A pesquisa enfatiza a importância das práticas de cuidado tradicionais e da atuação de organizações comunitárias como formas de resistência a um sistema de saúde muitas vezes discriminatório. Enfatiza a necessidade de uma ação integrada de pesquisadores, profissionais de saúde e formuladores de políticas para desenvolver políticas públicas e práticas de saúde inclusivas e justas, promovendo uma transformação substancial no acesso à saúde para essas mulheres, com o objetivo de alcançar a equidade em saúde como uma realidade tangível para as mulheres negras na Amazônia.
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